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quarta-feira, 16 de maio de 2012

Azeitona do Ceilão

O fruto é uma drupa de até 3 cm de comprimento e 1,5 a 2 cm de diâmetro, esverdeada, opaca ou pouco brilhante, lisa, com uma semente. A planta é uma árvore de porte médio, enfolhada, com folhas alternas, simples, com estípulas, e margem serreada. As flores são bissexuadas, actinomorfas e diclamídeas. É originada no país que lhe deu o nome, introduzida há lagum tempo no Brasil, onde não ganhou valor como frutífera, pois os seus frutos não são comestveis ao natural, só servem para se fazer geléia ou doce, pois processados como a azeitona não dão um produto de bom valor.

Fruta Pão

É uma fruta grande, redonda e de casca verde. Existe duas variedades, uma com semente a outra não. Os frutos sem sementes podem ser consumidos crus e sua polpa pode ser cozida ou assada. Nos frutos com sementes, a polpa pode ser fervida ou torrada. 100 g da fruta cozida = 121 kcal, 100 g da fruta crua = 96 kcal.

Atemoya

 É o cruzamento da graviola com a pinha. Tem tamanho médio, casca verde e áspera. A polpa é macia e doce. Devendo ser consumida crua.

Uva Verde

A uva verde é uma poderosa arma contra vírus e bactérias. Recentemente, foi descoberto pela Universidade de Harvard, o composto polifenol, indicado para manter a pele jovem e saudável.

Umbu

O umbu ou imbu é sumarento, agridoce e quando maduro, sua polpa é quase líquida. É consumido ao natural fresco - chupado quando maduro ou comido quando "de vez" - ou ao natural sob forma de refrescos, sucos, sorvete, misturado a bebida (em batidas) ou misturado ao leite (em umbuzadas). Industrializado o fruto apresenta-se sob forma de sucos engarrafados, de doces, de geléias, de vinho, de vinagre, de acetona, de concentrado para sorvete, polpa para sucos, ameixa (fruto seco ao sol). O fruto fresco ainda é forragem para animais.


Pinha

Nome popular: anona; pinha; fruta-do-conde; ata; coração-de-boi; cabeça-de-negro; condessa
Nome científico: Annona sp
Família botânica: Annonaceae
Origem: Antilhas

Fruto globoso ou alongado que contém numerosas sementes presas a uma polpa branca, aquosa, mole, envolvida por uma casca de coloração amarelo-esverdeada, lisa ou recoberta por escamas carnosas. Frutificam durante quase todo o ano.

Pepino

O pepino é uma hortaliça da família das Cucurbitáceas. Tem um sabor bastante desenxavido e aquoso, o que não o priva de ser apreciado por alguns paladares.
Antigamente o pepino era considerado não comestível e até mesmo venenoso. Essa crença até hoje se faz presente em algumas sociedades.
Não é recomendável o uso de pepino cozido ou em conserva, pois desse modo ele perde grande parte de suas riquezas vitamínicas e minerais.
O melhor é comê-lo cru, em saladas ou como aperitivo.

Macadâmia

Nome Científico: Macadâmia integrifolia Maiden & BetchÉ uma árvore perene que pode alcançar até 19 m de altura e 13 metros de diâmetro. Botanicamente o fruto é um folículo deiscente. A noz contém uma amêndoa de cor branca ou creme de peso variando de 1,5 a 3,0 g.

Utilização

A amêndoa é consumida tostada com ou sem sal, com cobertura de confeitos achocolatados e sorvetes, ingredientes para biscoitos e bolos, cosméticos e produtos farmacêuticos.

Limão

Provavelmente, o limão é a fruta mais conhecida e usada no mundo. São tantas suas aplicações na vida doméstica que fica difícil enumerá-las.
Tudo nele é aproveitável. Com seu suco preparam-se refrigerantes, sorvetes, molhos e aperitivos, bem como remédios, xaropes e produtos de limpeza. Da casca retira-se uma essência aromática usada em perfumaria e no preparo de licores e sabões. enfim, muitas são as utilidades deste cítrico fácil de achar durante o ano todo, nas suas diversas variedades.
Em geral, todos os tipos de limão têm aspecto semelhante, embora mudem no tamanho e na textura da casca, que pode ser lisa ou enrugada. Quanto à cor, variam do verde-escuro ao amarelo-claro, exceto uma das espécies, que se assemelha a uma mexerica
O limão é uma excelente fonte de vitamina C, muito importante para combater as infecções, pois aumenta a resistência do organismo. contém ainda vitamina A e vitaminas A e vitaminas do complexo B, além de sais minerais, como cálcio, fósforo e ferro.

Jiló

Recomendado para regimes alimentares pelo baixo valor calórico, o jiló é uma hortaliça que contém quantidades apreciáveis de sais minerais como Cálcio, Fósforo e Ferro, além das vitaminas B5 e C.
O Cálcio, o Fósforo e o Ferro participam da formação de ossos e dentes, construção muscular e ajudam na coagulação do sangue.
A vitamina B5 faz parte do Complexo B, que tem como principais funções evitar problemas de pele, do aparelho digestivo e sistema nervoso, além de reumatismos.
Já a vitamina C contida no jiló não é aproveitada pelo organismo, porque se perde com o cozimento normal.
O jiló deve ser conservado em geladeira, nas prateleiras mais baixas, longe do congelador. E, caso a família não aprecie o amargo característico dessa hortaliça, experimente fazê-lo frito.
Seu período de safra vai de janeiro a maio.

Jaca

Nome científico: Artocarpus integrifolia L.
Árvore que pode atingir até 20 metros de altura, copa mais ou menos piramidal, densa e frondosa, tronco robusto.
Folhas verde-escuras e brilhantes.
Flores de sexo separado.
O fruto é de forma ovalada, irregular, com casca grossa e áspera com pequenas saliências, verde, ou amarelada. Nascem diretamente do tronco e dos galhos mais grossos e chegam a pesar até 15 Kg. e medir até 40 cm. É um sincarpo, ou seja, infrutescência produzida pela fusão dos frutos formados pelos ovários de flores vizinhas.
A parte comestível da jaca são os frutículos encontrados no interior dos grandes sincarpos. O interior do fruto é formado por vários gomos, sendo que cada gomo contém um grande caroço recoberto por uma polpa cremosa e branca, suculenta, viscosa e cheiro forte e característico, muito aromática.
Os gomos podem ser de consistência um pouco endurecida ou mole, conhecidas popularmente de jaca-mole e jaca-dura. As sementes, que são tóxicas cruas, são comestíveis quando assadas, grelhadas ou cozidas. Seu gosto lembra o das castanhas, consideradas ligeiramente afrodisíacas.
Fructificação durante todo o ano.
Originária da Índia, cultivada em todos os países tropicais do mundo, foi introduzida no Brasil no séc XVIII. No Recôncavo Baiano, serve como alimento básico para comunidades rurais. A maior qualidade medicinal desta fruta saborosa é a de combater a tosse de qualquer natureza. Seus caroços agem contra a prisão de ventre. E o leite da jaca é empregado nos casos de irritação dos olhos em geral.

Ingá

A frutificação do ingá acontece geralmente entre os meses de março e maio.
É o fruto de uma árvore alta que alcança até 30 metros de comprimento, que cresce bem junto às margens de rios ou igapós. As características do ingá são: casca verde quando madura, tamanho de aproximadamente 30 cms de comprimento e formato semelhante a uma vagem.
Suas sementes são envolvidas por uma polpa branca de sabor adocicado.

Goiaba

A goiaba é uma fruta nativa da América tropical e fácil de encontrar em todas as regiões do Brasil. Tem forma arredondada ou ovalada, casca lisa ou ligeiramente enrugada e a cor pode variar entre o verde, o branco ou o amarelo. Conforme o tipo, a cor da polpa também varia entre o branco e o rosa-escuro ou entre o amarelo e o laranja-avermelhado.
A goiaba pode ser consumida ao natural, mas também é excelente para se preparar doces em pastas, sorvetes, coquetéis e a tão conhecida goiabada. Ao natural contém bastante vitamina C e quantidades razoáveis de vitaminas A e do complexo B, além de sais minerais, como cálcio, fósforo e ferro.
De modo geral, não tem muito açúcar e quase nenhuma gordura, sendo indicada para qualquer tipo de dieta e, de preferência, deve ser comida crua, pois é a forma em que conserva todas as suas propiredadees nutritivas, principalmente a vitamina C. É contra-indicada apenas para pessoas que tenham o aparelho digestivo delicado ou com problemas intestinais.
A goiaba quando é de boa qualidade, tem formato regular, não apresenta machucados nem marcas de insetos, a casca não deve estar amassada nem ter cortes, e deve ser firme, sem chegar a ser dura. A fruta não deve estar nemmuito verde nem muito madura, pois em ambos os casos perde o sabor rapidamente e seu valor nutritivo diminui.
Para guardar, lave bem as goiabas e enxugue. Depois, coloque na gaveta da geladeira, pois a fruta se estraga com muita facilidade. Se a goiaba não for consumida logo e começar a ficar passada, use-a para fazer doces.

Durião

A planta é bastante ramificada e pode alcançar altura superior a 30 metros e diâmetros de copa superior a 10 metros. Na Tailândia os principais cultivares plantados são: Mon Thong, Chanee, Kaan-Yaw e Kradum.

Utilização
O fruto tem vários usos podendo ser consumido ao natural adicionado a sorvetes ou utilizado na confecção de geléia. A polpa pode também ser preservada com açúcar, frita ou assada ligeiramente.

Côco

Espécie com estipe solitário de até 30 m de altura, curvado ou ereto, com 20 a 30 cm de diâmetro. Folhas de até 3 m de comprimento, pêndulas, largas, com folíolos de coloração verde-amarelada, rígidas, em número de 20 a 25 contemporâneas.
Espécie monóica, com flores numerosas brancas, pequenas, reunidas em cacho de até 1 m de comprimento. Fruto grande, fibroso, de forma ovóide, quase globoso, de coloração esverdeada a amarela, de casca lisa, com cerca de 25 cm de comprimento e 15 em de diâmetro, que demora a amadurecer, quando então torna-se castanho. Polpa abundante de até 2 cm de espessura. Cavidade central contendo a conhecida "água-de-coco". Cada fruto pesa em média 1,2 Kg .
Habitat – faixa litorânea
Propagação – plantio do fruto seco (coco-semente)
Utilidade – é a palmeira de maior importância econômica em todo o mundo. A polpa é usada como alimento e matéria-prima para numerosos produtos. As fibras do mesocarpo são usadas na indústria têxtil para fabricação de cordas, capachos, esteiras, estofados, etc. Do endosperma líquido, imaturo, se retira a água de coco. A espécie é amplamente usada em paisagismo e cultivada na fruticultura.
Florescimento – janeiro a abril
Frutificação – julho a fevereiro

Cambuci

Nome científico: Campomanesia phaea (sinonímia: Abbevillea phaea, Paivaea langsdorffii).
No passado, o cambucizeiro era encontrado com freqüência nos estados de São Paulo e Minas Gerais e hoje, pela extinção das matas, está se tornando cada vez mais difícil de se ver essa planta. Na cidade de São Paulo, existe um bairro muito conhecido com esse nome, porque era muito comum naquela área.
O cambucizeiro é uma árvore perene, porte médio de 3 a 5 metros de altura e o tronco sofre descamamento periódico, como ocorre com a maioria das plantas da mesma família botânica.
As suas folhas são simples, verdes, bordas lisas e com forma alongada de 7 a 10 centímetros de comprimento por 3 a 4 centímetros de largura.
As flores de cor branca, grandes, são formadas isoladamente na região de inserção das folhas nos ramos. Os frutos arredondados, achatados nas extremidades e na região central, contém um anel saliente. Esse formato lembra um disco voador. Tanto verdes quanto maduros, eles são de cor verde.
Os maduros apresentam polpa carnosa, mole, perfumada, doce e ácida. Cada fruto contém muitas sementes pequenas, brancas e achatadas. As condições favoráveis ao seu desenvolvimento são: temperatura amena a não muito quentee solos não sujeitos à inundação. A propagação é feita por sementes.
A planta floresce no período de agosto a novembro e a maturação dos frutos de janeiro a fevereiro. Como é uma planta nativa e pouco freqüente, os frutos não são encontrados no comércio. Não se encontrou nenhum dado sobre a produtividade.

 .


segunda-feira, 14 de maio de 2012

Calabaça

Nome Científico: Crescentia Cujete
Nome Popular: cuité, coité, cabaceira, cuieira
Família: Bignoniáceas
Origem: América Tropical e Antilhas
Ciclo de Vida: Perene.
Árvore perene de porte médio de até 12 metros de altura com ramos longos, pendentes e cobertos por folhas em toda a sua extensão. As folhas são simples, inteiras, alongadas, de diversos tamanhos, cor verde-escura e brilhante.
Não forma uma copa frondosa. As flores são relativamente grandes, hermafroditas (têm os dois sexos na mesma flor), formadas ao longo do tronco e ramos de cor branco-amarelada. Os frutos são ovóides ou arredondados, cor verde-clara, com 15 a 30 centímetros de diâmetro.
As cascas dos frutos tornam-se marrom-negros quando maduros e bem duros. A polpa é amarelada e contém muitas sementes. A planta se desenvolve e frutifica bem em condições de temperatura quente a amena, não tolera regiões frias sujeitas a geada.
A propagação é feita principalmente por sementes e pode ser feita também por enraizamento de estacas. A planta tem um lento crescimento, mas após alguns anos produz vários frutos grandes arredondados que despertam curiosidades.
A planta é adequada para plantio em parques e jardins, pelo exotismo de seus frutos gigantes, semelhantes à melancia, no tronco e nos ramos. As sementes podem ser consumidas, se cozidas ou torradas.
A polpa pode ser usada no preparo de xarope. Os frutos, depois da retirada da polpa e secos, podem ser usados como recipientes domésticos, chocalhos, cuias, pratos e colheres rústicos

Bilimbi

Nome popular: bilimbim; biri-biri; limão-de-caiena; azedinha
Nome científico: Averrhoa bilimbi L.
Família botânica: Oxalidaceae
Origem: Ásia.
A árvore alcança até 10 m de altura, possui folhas alternas, pinadas, compostas por 5 a 16 pares de folíodos oblongos. Os frutos são bagas elipsóides, de 5 a 8 cm de comprimento e 2 a 4 cm de diâmetro, nascem agrupados no tronco e ramos lenhosos da planta.

 

Utilização

O fruto é considerado muito ácido para consumo ao natural. Geralmente é processado salgado ou doce para confecção de conservas em picles, condimentos, molhos e preservativos. Quando maduro é utilizado em geléias e compotas. Constitui boa fonte de vitamina C.

domingo, 13 de maio de 2012

Babaco

Nome científico: Carica cardamarcensis Hook. ou um híbrido desta espécie com C. pentagona Heilbr.
O fruto do babaco é usualmente utilizado verde para processamento da sua polpa em calda para xarope, com teores de açúcar de 22 a 30o Brix.
Da mucilagem, se faz um produto utilizado em sorvetes e confeitaria.

Azeitona

Azeitona é o fruto de uma árvore da família das oleáceas que congrega mais de 30 espécies diferentes. A mais conhecida delas é a Olea europea, ou simplesmente oliveira- uma árvore baixa, frondosa, com várias ramas e de troncos retorcidos. A principal característica da oliveira é o seu período de vida, um dos maiores no reino vegetal.

Na Espanha, elas alcançam, em média, 300 anos a 400 anos. Algumas chegam até 700 anos. A mais velha delas encontra-se em Atenas, capital da Grécia, e tem mais de 1.200 anos. Diz a lenda que ela é a árvore mais resistente. O que não é bem verdade. A oliveira é sensível ao frio muito intenso. Tanto é que o inverno rigoroso que aconteceu na Espanha em 1956 causou a perda de imensos olivais e de quase toda a colheita de azeitonas daquela época.
Pode-se observar no Mediterrâneo algumas oliveiras silvestres, embora isso seja raro, pois nessa região ela constitui parte da agricultura e cobre importantes áreas de cultivo.
Na Espanha, por exemplo, a maioria absoluta dos 2,5 milhões de hectares (6,17 milhões de acres) de plantação de oliva são destinados à produção de azeite, que gira em torno de 550 mil toneladas. Desse total, 37% são exportados. Isso significa que poucas pessoas no mundo têm acesso a tão fina e saudável iguaria. Seria necessário produzir muito mais azeite para que a saúde da população do Mediterrâneo pudesse ser copiada em todo o mundo.
A oliveira é conhecida como a árvore da eternidade e por isso mesmo não pode ser plantada em qualquer lugar. Uma escolha errada significa problema para o resto da vida, porque ela demora 40 anos para alcançar a maturidade. A escolha do local deve ser perfeita, não pode ter ventos fortes nem correnteza de água após o degelo.
Depois, todo cuidado é tomado durante a plantação, germinação e crescimento das árvores, para obter uma oliveira saudável e produtiva. Em condições normais, cada pé de oliva produz de 15 kg a 50 kg de azeitonas.
E para produzir 1 litro de azeite são necessários 5 kg do fruto.

 

Conhecendo melhor a azeitona

As flores das oliveiras têm uma fecundação muito difícil. Mais difícil ainda é a fase final de formação da polpa do fruto. Só para se ter uma idéia, de cada 20 flores da oliveira uma única azeitona é produzida.
A floração no Mediterrâneo acontece entre os meses de abril e junho. Na Espanha, ela é em maio, uma época muito bonita na plantação dos olivais. Os frutos vão aparecer entre junho e outubro, primeiro a semente (conhecida pelos brasileiros como caroço) e depois, pouco a pouco, há o desenvolvimento da polpa.
O que poucos sabem é que a azeitona não pode ser consumida logo após sua colheita, pois é muito amarga. Não é como o tomate ou a laranja.
A azeitona precisa passar por um processamento antes de ser usada na culinária, levada à mesa ou simplesmente degustada.
O produto que se conhece é a azeitona curtida em água e sal ou numa solução alcalina. Dos dois modos ela é muito saborosa.

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